HONESTIDADE, CARÁTER E HONRA

“O MUNDO NÃO É DOS ESPERTOS.

É DAS PESSOAS HONESTAS E VERDADEIRAS.

A ESPERTEZA, UM DIA, É DESCOBERTA E VIRA VERGONHA.

A HONESTIDADE SE TRANSFORMA EM EXEMPLO PARA AS FUTURAS GERAÇÕES.

UMA CORROMPE A VIDA;

A OUTRA ENOBRECE A ALMA.”

autor: Chico Xavier

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sábado, 21 de junho de 2014

MINI ARMÁRIO DE PVC FAÇA VOCÊ MESMO PASSO A PASSO

FAÇA UM ARMÁRIO PARA GUARDAR PEÇAS DE ELETRÔNICA

terça-feira, 17 de junho de 2014

COMO LIGAR LEDS EM 127V OU 220V

Como usar LEDs em 127 V e 220 V

Como ligar os LEDs, que são dispositivos de baixa tensão, na rede de 110 V ou 220 V? Não, não é preciso montar uma fonte redutora com ou sem transformador e outros componentes caros. A solução simples para este problema é mostrada neste artigo, podendo ser aproveitada em sinalização, painéis de anúncios, avisos, decoração e muito mais.

Os LEDs (diodos emissores de luz) são dispositivos que emitem luz quando percorridos por uma corrente, mas funciona com tensões muito baixas (1,6 a 2,7 volts tipicamente) podendo queimar com facilidade se ligados diretamente em fontes de tensões maiores. As próprias correntes máximas que admitem são baixas raramente ultrapassando os 50 mA, a não ser para os tipos jumbo e de alto brilho. Mesmo para ligá-los em pilhas precisamos tomar cuidados especiais com a utilização de um resistor limitador em série, pois caso contrário, se for feita a ligação direta eles queimam. Existem também os casos em que precisamos usar conversores DC/DC para aumentar a tensão de baterias, como no caso dos LEDs brancos que precisam de pelo menos 2,7 V para acender.

Como então ligar um LED em 110 V ou 220 V, ou seja na tomada da rede de energia? É o que veremos. Isso é realmente possível, e pode ter algumas utilidades interessantes.Uma das aplicações é como foco de luz de baixo consumo permanente para dormitórios de crianças, evitando-se assim a escuridão total e indicando a posição do interruptor de luz. Na figura 1 damos o circuito que possibilita a ligação de 1, 2 até 3 LEDs na rede de 110 ou 220 V.


Figura 1 – Circuito para ligar de 1 a 3 LEDs na rede de energia de 110 V ou 220 V.

O resistor R1, que é de fio de 5 watts com 10 k ohms para a rede de 110 V e 22 k ohms para a rede de 220 V, reduz a tensão e a corrente aos níveis que o LED precisa.O diodo D1 retifica a corrente, pois os LEDs só trabalham com correntes contínuas e D2 protege os LEDs contra os pulsos inversos ou problemas com D1. Na figura 2 mostramos como a montagem pode ser feita numa pequena ponte de terminais.



Figura 2 – Montagem do circuito numa pequena ponte de terminais. Os anodos devem ficar do lado esquerdo.

Os diodos podem ser 1N4004, 1N4007 ou outro conforme a rede de energia e os LEDs podem ser de qualquer cor ou tamanho. Durante o funcionamento o resistor R1 aquece levemente, o que deve ser considerado normal. Na rede de 110 V consumo de energia da unidade é da ordem de 1,2 watts e na rede de 220 V da ordem de 2,4 W o que representa de 1 a 2% do consumo de uma lâmpada comum.


LISTA DE MATERIALD1, D2 – diodos 1N4004 se a rede for de 110 V e 1N4007 se a rede for de 220 V
LED1, LED2 - LEDs comuns de qualquer cor
R1 - 10 k ohms x 5 W se a rede for de 110 V ou 22 k ohms x 5 W se a rede for de 220 V - resistor de fio
Diversos:
Cabo de força, ponte de terminais, caixa para montagem (opcional), solda, etc.

Obs: mais LEDs podem ser ligados em série neste circuito, sem qualquer problema de funcionamento.;Dependendo dos LEDs a quantidade pode chegar a 20.

AGRADECIMENTO AO INSTITUTO NEWTON BRAGA

segunda-feira, 9 de junho de 2014

LISTA DE RADIOAMADORES DO ESTADO DE MINAS GERAIS

 E CONHEÇA A LISTA DE RADIOAMADORES DO ESTADO DE MINAS GERAIS FORNECIDO PELA ANATEL

ATUALIZADO DIA 9-06-2014 

ESQUEMA DO ROTOR YAESU G-400

 ESTE DOCUMENTO ENCONTRA-SE  COMPACTADO EM WINZIP, E LOGO APÓS O ARQUIVO  ENCONTRA-SE EM WORD, TRADUZIDO PELA NET, TRATA-SE DE UM ESQUEMA DA PARTE ELETRÔNICA DO ROTOR DA YAESU MODELO G-400






QUALQUER DÚVIDA MANDE UM EMAIL PARA EU CORRIGIR

domingo, 8 de junho de 2014

ANTENA COLINEAR VHF 6 db


clica na foto para ampliá-la

segunda-feira, 2 de junho de 2014

CONCURSO CQRJ VHF LABRE-RJ 2014


LABRE RJ
 CQRJVHF - CONCURSO RIO DE JANEIRO DE VHF 
07 e 08 de Junho de 2014 

REGULAMENTO DO CONCURSO CQRJ VHF    ACESSE AQUI 
                                                                                                                                                                      INSCRIÇÃO DO EVENTO CQRJ VHF (FORMULARIO) ACESSE AQUI



Contest Logging Software  ACESSE AQUI

TUTORIAL DO SOFTWARE EM PORTUGUÊS  ACESSE AQUI

domingo, 1 de junho de 2014

EMPILHAMENTO DE 2 ANTENAS

                                Cofasando 2 antenas de 50 ohms
Ouvi dizer no rádio e li em uma lista de discussão que, para se empilhar 2 yags, basta interligá-las com cabo coaxial de 75Ω, cortados com múltiplos ímpares de 1/4 λ, a um único cabo de descida com 50Ω de impedância. Até aí, tudo bem! Mas aí veio a explicação: “se cada antena tem 50Ω, as duas em paralelo terão 25Ω que, subtraídos dos 75Ω do cabo coaxial, resultam em 50Ω”. Simples assim! Mas está errado, não há lógica, porque subtrair? Ouviram o galo cantar, mas não sabem onde! É certo que, se você seguir a receita acima, vai funcionar, você vai ficar feliz, vai fazer alguns DX, mas nunca tente explicar dessa forma, não repasse essa asneira adiante. Podem acreditar e a mentira vai virar verdade!
Então como é que funciona? Um pedaço de cabo coaxial, cortado com 1/4 λ, funciona como um transformador de impedância, ou seja, não reflete em um extremo a impedância que está ligada ao outro. Na verdade, a impedância do cabo é tal que seu valor é a média geométrica das impedâncias em seus extremos. Se o cabo é cortado com 1/2 λ, o que se coloca em um extremo aparece no outro, não se considerando as perdas, ou seja, a impedância colocada em um lado aparece no outro. Finalmente, quando se soma 1/4 λ com 1/2 λ, obtêm-se 3/4 λ com as mesmas características “casadoura de impedância” de 1/4 λ . O mesmo acontece para 5/4 λ , 7/4 λ ou qualquer múltiplo ímpar de 1/4 λ.

Não se deve esquecer que a RF caminha mais lentamente no cabo coaxial do que no espaço livre ou no vácuo. Cada cabo tem o seu fator de velocidade específico. Via de regra, os cabos com dielétrico sólido tem um fator de velocidade de 0,66 ou 66%. Nos cabos com dielétrico expandido mais utilizado, o fator de velocidade fica entre 0,80 e 0,85 ou 80% e 85%, respectivamente. Hoje em dia, os cabos com dielétrico expandido, denominados celulares, são mais baratos do que os que têm dielétrico sólido. Ah, sim! Dielétrico é o isolante que fica entre a malha e o condutor central. O dielétrico é expandido quando se misturam pequenas bolhas de ar ao material, ficando como uma espuma mais ou menos rígida.


O pulo do gato é o seguinte:
§  As antenas são idênticas, estão bem calibradas e a impedância delas é de 50Ω.
§  O comprimento L1 dos cabos de interligação das antenas é 3/4 ou 5/4 λ, no espaço livre, multiplicado pelo fator de velocidade do cabo. Para 144,3 MHz, têm-se: L1 = 3/4 X (300/144,3) X 0,83 = 1,29m, onde300/144,3 = λ 0,83 é o fator de velocidade do cabo RGC-11(75Ω com dielétrico expandido).
§  Se, de um lado desse cabo, temos uma antena com impedância de 50Ω, no outro lado teremos uma impedância refletida de 112,5Ω, basta fazer o cálculo na fórmula da figura (Zcoax = √ Zent . Zant ou Zent = Zcoax²/Zant).
§  Ideal seria se o resultado fosse 100Ω, para que, quando associado em paralelo com o outro ramo, resultasse em 50Ω. Mas não é, então teremos que engolir essa aproximação, ou mandar fabricar um cabo coaxial com impedância característica de 70,7Ω (faça as continhas e verifique)! Melhor deixar com está e prosseguir.
§  Como já havia dito esses dois extremos opostos às antenas apresentam cada um, uma impedância refletida de 100Ω, que, associadas em paralelo pelo “T” coaxial, resultam em 50Ω (na verdade, 56Ω mais um pouco). Era o que queríamos!
§    Na saída do “T” já temos os 50Ω que necessitávamos. Neste caso, o comprimento L2 do cabo de descida pode ser qualquer um, mas eu recomendo que seja múltiplo de 1/2λ. Por quê? Porque este comprimento reflete em um extremo o que acontece no outro. Ou você vai querer que, depois de todo esse trabalhão, a leitura da ROE seja falseada por uma besteirinha qualquer. Melhor prevenir e ficar sabendo, do lado de baixo, o que está acontecendo lá em cima.

Para terminar, quero acrescentar:
·       Cabos coaxiais disponíveis no mercado e recomendados: 75Ω –> RG-11 ou RGC-11; 50Ω –> RG-213, RGC-213 ou RGC-8.
§  Um divisor de potência construído em latão e/ou alumínio funcionaria melhor, mas exige alguma usinagem, o que complica bastante a execução. Para quem quiser saber mais sobre o assunto, recomendo os links

§  Os conectores utilizados podem ser do conhecido tipo UHF (PL-259) ou, preferencialmente, do tipo N.

quarta-feira, 14 de maio de 2014

MASTRO TELESCÓPICO EXTÂNSIVEL feito pelo CT1BAT

Antenna mast winched for mobile use from M0UOO/M



PARA QUEM GOSTA DE CONTESTE NO ALTO DE UMA MONTANHA, DEIXO MINHA CONTRIBUIÇÃO A TODOS RADIOAMADORES BONS CONTATOS 73/51. 

segunda-feira, 12 de maio de 2014

12º ENCONTRO DE RADIOAMADORES DE JUIZ DE FORA


HOJE DIA 31-05-2014 ACONTECEU O 12° ENCONTRO DE RADIOAMADORES DE JUIZ DE FORA, A REPETIDORA SÃO JOÃO DEL REI AGRADECE A TODOS QUE COMPARECERAM NO ENCONTRO, E A TODOS QUE DIVULGARAM O EVENTO, ESPERO QUE TENHAM GOSTADO E VAMOS AGUARDAR O PRÓXIMO ENCONTRO. ATÉ LÁ!



VOCÊ NÃO PRECISA IR EM NENHUM SITE, A INFORMAÇÃO COMPLETA VOCÊ ENCONTRA NO SITE OFICIAL. 


SUCESSO, BONS QSOs PARA TODOS NESTE ENCONTRO.

terça-feira, 6 de maio de 2014

Ato nº 4.926, de 29 de abril de 2014 - Conselho Diretor da ANATEL

             DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO             
                                                
                                                                                                         Nº 86, quinta-feira, 8 de maio de 2014
ATO No- 4.926, DE 29 DE ABRIL DE 2014
O CONSELHO DIRETOR DA AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES, no uso das atribuições que foram conferidas à Agência pelo art. 19 da Lei nº 9.472, de 16 de julho de 1997, e pelo art. 16 do Regulamento da Agência Nacional de Telecomunicações, aprovado pelo Decreto nº 2.338, de 7 de outubro de 1997, CONSIDERANDO o disposto nos incisos IV e X do art. 19 da Lei nº 9.472, de 1997, que atribui à Anatel a competência para expedir normas quanto à outorga, prestação e fruição dos serviços de telecomunicações no regime público e expedir normas sobre prestação de serviços de telecomunicações no regime privado; CONSIDERANDO a realização, no Brasil, dos jogos da Copa do Mundo de Futebol 2014, no período de 12 de junho a 13 de julho de 2014; CONSIDERANDO que a Liga de Amadores Brasileiros de Rádio Emissão - LABRE é a entidade reconhecida pelo Ministério das Comunicações como associação de radioamadores de âmbito nacional, nos termos da Portaria nº 498, de 6 de junho de 1975, publicada no DOU de 30 de junho de 1975, e reconhecida pela IARU (International Amateur Radio Union); CONSIDERANDO a necessidade de operacionalizar e dar celeridade ao procedimento de autorização de indicativos especiais para radioamadores brasileiros; CONSIDERANDO os procedimentos adotados em relação à autorização para operação de radioamadores estrangeiros na África do Sul, durante a Copa do Mundo de Futebol de 2010; CONSIDERANDO o disposto no Regulamento do Serviço de Radioamador, aprovado pela Resolução nº 449, de 17 de novembro de 2006; CONSIDERANDO o disposto no Processo nº 53500.003133/2014, resolve: Art. 1º Estabelecer, em caráter excepcional, no período compreendido entre 1º de junho a 31 de agosto de 2014, as seguintes condições relativas ao Serviço de Radioamador:
I) autorizar a todo radioamador brasileiro que assim desejar operar no período de 12 de junho a 13 de julho de 2014 com indicativo especial formado por seu indicativo específico com a duplicação do algarismo, sem necessidade de envio de requerimento à Anatel e sem a incidência de taxas;
II) autorizar radioamadores estrangeiros, independentemente da existência de tratados de reciprocidade, a operarem estações no território brasileiro no período de 1º de junho a 31 de julho de 2014, observadas as normas vigentes no país, sem necessidade de envio de requerimento à Anatel e sem a incidência de taxas, mediante procedimento de controle a cargo da Liga de Amadores Brasileiros de Rádio Emissão - LABRE, entidade reconhecida pelo Ministério das Comunicações como associação de radioamadores de âmbito nacional e reconhecida pela IARU (International Amateur Radio Union), a qual manterá cópias do passaporte e da licença do país de origem, bem como relação dos locais previstos de operação, e demais informações à disposição da Anatel; e,
III) autorizar a todo radioamador brasileiro que assim desejar  operar no período de 13 de julho a 31 de agosto de 2014 com indicativo especial formado por seu indicativo específico acrescido do algarismo 6, sem necessidade de envio de requerimento à Anatel e sem incidência de taxas, no caso do Brasil sagrar-se hexacampeão da Copa do Mundo de 2014.
Art. 2º Ficam mantidas as demais condições relativas ao Serviço de Radioamador estabelecidas na regulamentação vigente.
Art. 3º Este Ato entra em vigor na data de sua publicação.
JOÃO BATISTA DE REZENDE
Presidente do Conselho

ALGUNS MANUAIS DE RADIO PARA RADIOAMADOR

ALINCO:


KENWOOD:

TH-22A ou TH-42A - português ACESSE AQUI

TH-28A - português ACESSE AQUI

TH-78A - português ACESSE AQUI

TH-79 - português ACESSE AQUI

TM-241- português ACESSE AQUI

TM-251- português ACESSE AQUI

TM-261 - português ACESSE AQUI

TM-732 - português ACESSE AQUI

TM-733 - português ACESSE AQUI

TM-741 - português ACESSE AQUI

TM-V7A - português ACESSE AQUI

YAESU:



ICOM:

ANTENA DIPOLO

Antena Dipolo

            Calcular o comprimento de uma antena Dipolo e do "V" Invertido

              Digite a frequência desejada 
(ex. 7.000)

           

Resultado do Cálculo


metros, este é o comprimento total do dipolo comum
metros, este é o comprimento de cada secção do dipolo comum
metros, este é o comprimento total do dipolo V invertido
metros, este é o comprimento de cada secção do dipolo V invertido

 

 

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